O desafio de estrutura do Google para a IA
Nesta edição
- 🖤 Black Data Driven foi um sucesso!
🔌 Aprenda o NOVO Agent Builder do ChatGPT em 25 Minutos
🤖 Vídeo: Conheça todo o poder do novo Gemini 3
- 📈 Google precisa dobrar capacidade de IA a cada 6 meses
- 🦶 O 1Devorador de Dados' a Unicamp foi ativado
A Black Data Driven foi um sucesso 🖤
Novembro foi um mês intenso e especial por aqui. Fizemos a nossa Black Friday Data Driven com acesso vitalício, uma oportunidade que acontece só uma vez por ano, para permitir que vocês aproveitem e garantam acesso para sempre a todos os nossos cursos atuais e futuros. Recebemos centenas de novos alunos que serão #datadrivenparasempre e estamos muito felizes! 💜
📝 Lista de espera
E se você por algum motivo não pôde ser data driven vitalício agora, para o acesso vitalício agora, não se preocupe: teremos novas oportunidades no futuro. 🧙♂️
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Aprenda a usar o Agent Biulder em 25 minutos 🔌
Já ouviu falar do Agent Biulder da OpenAI? Ele é o criador de agentes personalizados do ChatGPT e que permite que você crie fluxos completos de forma nativa e se conecte com diversas ferramentas. Antes era coisa de desenvolvedor avançado e você precisava usar diversas ferramentas. Agora você pode fazer tudo isso dentro da OpenAI.
Que tal aprender como funciona essa ferramenta poderosa? Nesse vídeo você vai entender como o Agent Builder funciona em menos de 25 minutos. Com ele você consegue criar agentes que usam modelos do ChatGPT e que se conectam com ferramentas externas, como o Google, Microsoft, Zapier e muitos outros.
👉 Quero aprender a utilizar o Agent Biulder
Google pisa fundo com Gemini 3: saiba tudo sobre ele
O Google pisou fundo na corrida da IA com o anúncio do seu novo Gemini 3. O recurso aprimorado de de “Deep Think” faz o modelo pensar antes de responder com qualidade de um PhD.
Além disso, o Vibe Coding vem com força nessa nova versão, para tornar cada vez mais fácil e intuitiva a programação. Fora o Google Antigravity para criação de automações com agentes de IA e interface generativa para criação de apps e visuais quase que instantâneos.
Sabe o que é melhor? Gravamos um vídeo no YouTube mostrando cada um desses recursos e avaliando o poder do Gemini 3. Spoiler: superou todas as expectativas 👀
Bora aprender mais sobre o Gemini 3? Clica aqui para assistir 👇
👉 Quero saber tudo sobre o Gemini 3

Google precisa dobrar capacidade de IA a cada 6 meses

O crescimento da IA ainda está apenas no começo. O Google anunciou recentemente a necessidade de dobrar a capacidade de IA a cada 6 meses para acompanhar a explosão no uso de modelos como Gemini 3, sinal de que a infraestrutura por trás da revolução da IA está sob pressão extrema e que os próximos anos dependem tanto de eficiência quanto de escala.
O Google revelou em palestra recente que precisa dobrar a capacidade de “serviço” em seis meses e alcançar até mil vezes mais escopo nos próximos quatro a cinco anos. Não basta só comprar mais chips, mas de ampliar toda a cadeia, incluindo pesquisa, software e hardware.
Para além dos números, a competição da IA deixou o laboratório e agora corre contra o tempo para a criação de estrutura física. Não só o Google, mas todas as outras gigantes, precisam escalar data centers, chips, redes e modelos num ritmo em que precisa de investimentos bilionários.
IAgora? Tem impacto ambiental e econômico nisso?
Se a infra-estrutura de IA do Google precisa dobrar a cada semestre, isso significa que o restante do mercado também precisa correr. Essa corrida eleva o custo de entrada no mercado, e pode gerar dependência de servidores e parques de datacenters que são escassos e levam tempo para serem construídos, além de necessitarem de fortes investimentos da iniciativa pública e privada. No Brasil e América Latina, onde projetos muitas vezes param no piloto ou são importados, o custo é ainda maior, o que pode causar desigualdade nessa disputa. Além disso, claro, cientistas discutem o impacto ambiental desse crescimento. Qual será o cenário nos próximos anos?
Unicamp ativa o supercomputador 'Abaporu'

O novo supercomputador 'Abaporu', inaugurado pela Unicamp, marca um daqueles momentos em que a infraestrutura deixa de ser só “mais um servidor” e passa a virar símbolo de uma virada tecnológica. Com 28 GPUs NVIDIA H200 e L40s, algumas das mais rápidas do mundo para IA, o equipamento nasce para devorar dados e acelerar pesquisas que unem inteligência artificial e engenharia de petróleo. São US$ 1 milhão investidos com foco em pesquisa e desenvolvimento sobre o pré-sal em pareceria com a Shell.
O Devorador (de dados)
Sabemos que Stranger Things está em alta e o Devorador de Mentes faz das suas por lá, mas neste caso o supercomputador pode ser chamado 'Devorador de Dados'. O nome Abaporu, obra da artista Tarsila do Amaral (o quadro do pé grande), em tradução livre do tupi-guarani, significa "devorador de gente". O 'Devorador de Dados' descreve a ambição do projeto: transformar um volume de dados gigantesco e complexo para gerar análises e pesquisa na área da indústria de energia, com inovação, ciência e impacto de negócios.
“O Abaporu deve ser hoje o maior cluster de inteligência artificial da Unicamp, e um dos mais robustos dedicados à pesquisa universitária no país”, afirma o coordenador do Recod.ai, Prof. Anderson Rocha, líder do projeto.
O mais curioso é que o nome Abaporu, reinterpretado como “devorador de dados”, descreve exatamente a ambição por trás do projeto: transformar volume e complexidade em vantagem competitiva. É ciência pesada, aplicada a um setor que opera no limite da incerteza — e onde cada decisão errada custa milhões.
IAgora? Este é o futuro dos dados no Brasil?
Uma universidade brasileira de ponta desenvolvendo IA de ponta mostra que o Brasil está empenhado em criar tecnologia nacional e estratégica para a indústria brasileira. Isso vai na direção do plano nacional de IA que o Brasil desenvolveu, que tem como objetivo reduzir a dependência apenas de tecnologia importada e produzir soberania tecnológica nacional.
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Por hoje é só, pessoal!
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