OpenAI lança ferramenta de agentes para sistemas corporativos 🖥️
Nesta edição
- 🎥 Karine testou o ChatGPT Work. O que esperar? (Vídeo)
- 💻 O agente de IA que roda dentro do seu PC
- 🧠 Claude finalmente lembra do que você disse
- 🔑 OpenAI dá crachá de administrador aos agentes
- 🇧🇷 Brasil lidera o ranking mundial de agentes
Testamos o ChatGPT Work: aprenda como usar 🎥
Recentemente a OpenAI lançou o ChatGPT Work. Será que ele é bom? A Karine gravou um vídeo testando esse novo recurso do app oficial de computador, e o resultado é impressionante.
Em uma sessão só, ela pediu para a IA montar apresentações e dashboards a partir de dados anexados, colocou a extensão de navegador para adicionar itens no carrinho sozinha e muito mais.
Ah, e tem mais: agora acabou a sopa de letrinhas dos modelos da OpenAI e agora são três modelos com propósitos diferentes — Sol, Terra e Luna. Escolher errado é desperdiçar tempo ou dinheiro, e a Karine explica no vídeo quando usar cada um.
Bora lá aprender o ChatGPT Work? Você vai sair do vídeo sabendo tudo o que fazer com ele.
O agente de IA saiu da nuvem e entrou no seu computador 💻
A Perplexity anunciou uma parceria com a Nvidia para lançar um computador portátil com um agente de IA que roda inteiramente na máquina, sem internet e sem custo por token. Ele acessa seus arquivos, organiza informações e executa tarefas mesmo com o wi-fi caído.
Hoje quase tudo que você faz com IA passa por um data center lá fora, e alguém paga por cada palavrinha processada (isso é o tal do "token"). Com o modelo rodando localmente, esse custo recorrente some: você paga o hardware uma vez e pronto. De quebra, seus dados não saem de casa, o que muda bastante a conversa sobre privacidade.
A briga também deixa de ser só sobre qual modelo é mais inteligente e passa a incluir qual chip é mais eficiente.
IAgora, o que isso significa?
Será que daqui a pouco a gente vai comprar computador pelo agente que vem instalado nele? 🤔
Claude Cowork finalmente lembra do que você falou 🧠
A Anthropic liberou memória persistente no Claude Cowork. Na prática, o assistente agora guarda preferências, contexto de projetos e instruções recorrentes que você autorizou — e usa isso nas próximas conversas.
Quem trabalha com IA no dia a dia sabe a dor: toda conversa nova começava do zero, explicando de novo quem você é, o que faz e como gosta que as coisas sejam entregues. Com memória, a IA deixa de ser uma ferramenta de consulta e vira algo mais perto de um colega que acompanha o projeto de segunda a sexta.
O outro lado da moeda é o de sempre: quanto mais a IA lembra, mais importa você saber o que ela lembra e conseguir apagar o que não quer. Já testou a memória do seu assistente? Vale abrir as configurações e dar uma olhada no que está guardado lá 😉
🤯 Um robô humanoide correu mais rápido que o Usain Bolt
Enquanto a IA ganha memória e sai da nuvem, ela também está ganhando pernas: nos World Humanoid Robot Games, em Pequim, um robô humanoide correu os 100 metros em 8,86 segundos, mais rápido que o recorde de 9,58s do Usain Bolt.
O detalhe engraçado? Vários robôs não conseguiram frear depois da linha de chegada e foram parar na grade de proteção. 🏃♂️
OpenAI dá crachá de administrador para os agentes 🔑
A OpenAI lançou o Admin Plugin, um recurso que permite aos agentes de IA executar tarefas administrativas dentro de sistemas corporativos — gerenciar usuários, atualizar configurações, administrar aplicações — com permissões definidas e registro de cada ação.
Até agora, a maioria das integrações deixava o agente apenas consultar informações. Agora ele pode agir. Quando a IA tem poder de administrador, a pergunta deixa de ser "ela é inteligente?" e vira "quem autorizou, o que exatamente ela pode fazer e como eu audito isso depois?".
A verdade é que a próxima geração de IA corporativa vai ser construída tanto sobre governança quanto sobre modelo.
IAgora, o que isso significa?
Quem vai ganhar o mercado: quem tem a IA mais esperta ou quem tem a mais confiável?
76% das empresas brasileiras já têm agente de IA rodando 🇧🇷
Um estudo global da Sinch, com 2.527 líderes empresariais de dez países, mostrou algo que talvez surpreenda: 76% das empresas brasileiras já operam agentes de IA em produção, acima da média global (62%) e dos Estados Unidos (67%).
Só que tem um porém importante. 80% das organizações brasileiras já precisaram pausar ou reverter alguma implementação de IA por questões de governança, e em 39% desses casos houve vazamento de dados ou informações pessoais. Ou seja: a gente sai na frente na adoção, mas tropeça na estrutura.
Isso conversa direto com tudo que veio acima. Memória persistente, agentes com poder de administrador e IA controlando o seu computador só escalam de verdade quando existe controle sobre o que ela acessa e registra. Quem organizar os dados antes de escalar a IA, sai na frente. E quem pular essa etapa, volta pro começo.